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Com previsão de faturamento em torno de R$ 60 bilhões em 2017, varejo virtual transforma a relação entre consumidores e varejistas

| Blog do Guia | julho 17, 2017

De acordo com a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), a expectativa é que o e-commerce brasileiro cresça 12% em relação ao ano anterior, totalizando um faturamento de R$ 59,9 bilhões neste ano. Esse crescimento não se traduz somente em altas cifras, mas também na nova forma de realizar compras e sua relação com o comércio. Boa parte dos consumidores, por exemplo, já não faz mais distinção entre lojas físicas e virtuais, seja para comprar, pesquisar ou comparar preços de produtos e serviços.

Para acompanhar essa transformação digital que o comércio vem passando, os empreendedores precisam unificar todos os canais de venda e transmitir a mesma mensagem. Esse novo conceito é chamado de omnichannel. “Na prática, significa fazer com que os vários canais de relacionamento com o consumidor se transformem em uma experiência única de compra”, explica o diretor geral da Tray, Willians Marques.

“Todos os pontos de contato com o consumidor devem refletir em uma única atuação e mensagem. Isso requer planejamento e preparo para que seja possível oferecer ao cliente as opções de comunicação integradas, permitindo a compra no site e a retirada ou troca na loja, por exemplo”, completa Marques.

Ainda de acordo com a ABComm, este ano deve registrar mais de 200 milhões de pedidos por meio das lojas virtuais, atingindo a marca de 38,5 milhões de compradores únicos (número de consumidores independente da quantidade de compras realizadas). A Associação acredita que a participação das PMEs no faturamento do comércio eletrônico deve atingir 25%. “Em tempo de internet das coisas (IoT, sigla em inglês), as pessoas cada vez mais dispõem de diversos dispositivos conectados e a comunicação multicanal surge como ótima alternativa para as empresas engajarem ainda mais seus clientes”, ressalta o diretor geral da All iN, Victor Popper.

De acordo com o estudo Webshoppers divulgado este ano, realizado pela Ebit, 48 milhões de consumidores compraram no comércio eletrônico pelo menos uma vez em 2016, sendo que 21,5% das transações on-line foram realizadas via dispositivos móveis. No ano retrasado, esse número foi de 12%.

“Uma das principais inovações neste cenário foi a adoção de outros canais de comunicação, como SMS, notificações sociais – por meio de Facebook, push, Instagram, Snapchat – e aplicativos corporativos. Hoje, é possível escolher por qual canal o cliente será impactado pela primeira vez e, com base em suas reações, como por exemplo, abertura de um e-mail ou clique em links promocionais, determinar como se dará sua próxima interação e por qual canal”, conclui Popper.

 

Fonte:  Ecommercenews

 

 

 

 

 

 

 

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Como Usar: Calça Cropped

| Blog do Guia | abril 2, 2013

Uma vez incorporada ao guarda-roupa feminino, a calça nunca mais deixou de ser querida pelas mulheres. Jeans, pantalonas, leggings e tantos outros estilos foram adaptados e criados especialmente para esculpir e favorecer o corpo feminino do melhor jeito possível.

Simples e elegante, a cropped é a calça que caiu no gosto das mulheres nas últimas temporadas, e promete continuar forte para o inverno e verão brasileiros. Com corte de alfaiataria, o diferencial dela está no comprimento mais curto, perfeito para o hit das sandálias de tirinha! Das mais formais às mais divertidas, encontrar uma cropped que se encaixe no seu estilo é muito simples.

Da esq. à dir.: Victoria Beckham, Uma Raquel Davidowicz e Burberry Prorsum.

Apesar de bem versátil, é preciso saber equilibrar o modelo da cropped para não errar. Se a calça forskinny, por exemplo, opte por combiná-la a blusas mais soltinhas, camisas ou blazers. Mas, se o estilo for mais soltinho, abuse dos tops e casacos mais sequinhos em contraste ao volume, que estará concentrado na calça.

Outra dica valiosa na hora de escolher sua cropped é investir em estampas e cores fortes para deixar a peça mais moderna. Importante lembrar apenas às baixinhas optar por combinar a calça cropped com sapatos altos ou sem tiras para não diminuir a silhueta. Independente da altura, é fundamental ficar atenta ao volume na região do quadril para não criar curvas indesejadas.

 

 

 

Fonte: Aremo

 

 

 

 

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Guarulhos ingressa em conselho mundial de cidades

| Blog do Guia | março 16, 2013

 

 

 

 

 

 

 

Foto Jair Malavazi

Guarulhos é o mais novo membro do Conselho Internacional para Iniciativas

Locais Ambientais (Iclei), entidade que reúne mais de mil cidades no mundo interessadas no compartilhamento e desenvolvimento de ações de sustentabilidade. A cerimônia de adesão foi realizada no Centro de Educação Ambiental Virgínia Ranali, no Bosque Maia, e contou com a presença do prefeito Sebastião Almeida e da secretária-executiva do Iclei, Florence Karine Laloë.

“ Minha equipe de governo tem refletido muito sobre as questões ambientais, pois não temos mais licença pra cometer os erros do passado”, afirmou Almeida. Ele destacou ações positivas da Prefeitura na área da sustentabilidade, como a construção de estações de tratamento de esgoto, o programa Ilhas Verdes, as ações de reassentamento de famílias que vivem em áreas de risco, e a construção de prédios sustentáveis pelo Poder Público. “Essa troca de experiências será muito importante se pudermos melhorar a qualidade de vida de nossa população.”

O Iclei foi fundado há 22 anos e hoje reúne municípios como São Paulo, Curitiba e Belo Horizonte no país, além de grandes cidades do mundo como Londres (Inglaterra), Sidney (Austrália), Toronto (Canadá), Buenos Aires (Argentina), Bogotá (Colômbia), entre outras.

A entidade reúne especialistas para a discussão de políticas locais relacionadas ao meio ambiente e estimula a troca, em rede, de experiências entre as cidades-membro. Além disso, tem uma representação junto à Organização das Nações Unidas para discutir as questões ambientais a partir dos interesses dos municípios.

Segundo a secretária-executiva do Iclei, Guarulhos terá à disposição uma série de programas, metodologias e ferramentas desenvolvidas para melhorar a gestão local e a sustentabilidade urbana. “Isso vai desde um software para cálculo de emissão de poluentes até o compartilhamento de informações sobre gestão de biodiversidade, e ainda manuais e outras ferramentas. É um universo bastante rico a ser explorado”, afirmou Florence.

O primeiro encontro entre as equipes da Prefeitura de Guarulhos e do Iclei discutiu a utilização de espaços verdes nos municípios. Depois, as equipes fizeram uma visita a algumas regiões da cidade, como o Sítio da Candinha, o Balneário Água Azul, o Geoparque Ciclo do Ouro e o Parque da Saúde.

Jair Malavazi

Também participaram da cerimônia o secretário municipal de Meio Ambiente, Luiz Henrique Rodrigues Zanetta, a secretária de Serviços Públicos, Maria Helena Ribeiro, o coordenador de Relações Internacionais, Fernando Santomauro, e a diretora de projetos do Consórcio de Municípios do Grande ABC, Solange Ferrarezi Zanetta.

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Adidas Originals – Beach Star

| Blog do Guia | julho 9, 2012

Não é de hoje que costumamos ver calçados feitos de borracha e EVA. Apesar de não ser um dos maiores fãs desses modelos, devo admitir que são bem confortáveis e devido a suas formas perfuradas proporcionam uma melhor respiração dos pés naqueles dias mais quentes. Além, é claro, de você poder usá-los quando for a praia, ou até mesmo ao clube.
Guia Comercial do Brás

Alguns modelos, comos os da marca Adidas Originais, possuem a palmilha em neoprene, o que causa uma sensação de conforto muito maior caso você tenha que passar muitas horas com eles nos pés.

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Fonte:Moda Shoes Brasil

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Empresários devem conhecer seus clientes.

| Blog do Guia | julho 9, 2012

Empresários devem conhecer seus clientes
Autor: Sebrae Nacional

Um cadastro completo e atualizado dos clientes auxilia no planejamento das ações que podem gerar resultados

Para que as vendas satisfaçam à expectativa de qualquer empreendimento, o primeiro passo do empresário deve ser a organização de um cadastro que lhe possibilite conhecer todos os seus clientes. Ele também deve ter condições de identificar as diferentes categorias de clientes e o respectivo tratamento que cada uma delas deve receber, conforme seu perfil e suas necessidades.Esses objetivos poderão ser cumpridos se o cadastro de clientes for completo e de fácil utilização, contendo informações como:- Número total de clientes;
- Razão social ou nome de cada um;
- Onde estão localizados (rua, número, bairro, cidade, estado);
- Telefones, fax, e-mail, endereço da página na Internet (se houver);
- Histórico do volume de compras por mês e ano;
- Hábitos de compra (quais os produtos de sua preferência e se gosta de retirar o produto da loja ou da entrega em domicilio);
- Relação de concorrentes que também fornecem para o cliente.O acesso ao cadastro deve ser facilitado para que todos os funcionários da empresa que necessitam saber detalhes sobre o cliente possam utilizá-lo com frequência. Também é importante lembrar que o cadastro deve sempre estar atualizado. Informações mais recentes sobre os clientes podem ser preenchidas por funcionários que mantêm alguma forma de contato com eles (vendedor, balconista, entregador, instalador, reparador).
Grupos de clientes
O mercado é composto, basicamente, por três grupos de clientes:
1. Clientes atuais
Devem ser agrupados em clientes que compram frequentemente e aqueles que compram com menor frequência.
2. Aqueles que já foram clientes, mas que não compram mais
Podem ter ido para a concorrência ou trocado seu produto por um substituto (por exemplo, substituiu metal por plástico resistente; em vez de refrigerante, está bebendo água ou chá), ou mudou-se para outra cidade ou estado e compra do fornecedor local.
3. Aqueles que nunca compraram
Podem estar comprando produto parecido com o seu de um concorrente ou simplesmente não consomem o produto por desconhecimento.Cada situação deve ser identificada, analisada e contemplada num plano de ação, que deve ser elaborado para definir quais providências o empresário deve tomar frente a cada circunstância.
fonte: Sebrae
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Fashion Rio- Verão 2013

| Blog do Guia | julho 9, 2012

Nesta primeira parte do Especial Fashion Rio Verão 2013, confira um pouco das coleções e as principais tendências que foram apresentadas pelas marcas tradicionais no evento e também de quem está estreando.

 Blue Man

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Cada década de vida foi representada por um ícone da Blue Man: anos 70 com uma estampa da atriz e modelo Rose di Primo, que era o rosto da marca na época; anos 80 com Monique Evans; 90 com Paulo Zulu a os 2000 com as tops Mariana Weickert, Talytha Pugliesi e Ana Claudia Michels. Todas com o rosto devidamente estampado em maiôs e camisetas. Mas a estampa mais emocionante é a de David Azulay, fundador da grife e figura icônica da moda brasileira e das areias cariocas, que faleceu em 2009, deixando o comando de sua empresa nas mãos da filha, Sharon, e do sobrinho, Thomaz, que passaram a trabalhar na empresa um pouco depois. Na alegre ilustração, David aparece no cantinho, misturado a uma cena de praia, dando um tchauzinho. “É ele abençoando a gente”, diz Sharon, emocionada.

Oh Boy!

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No universo que misturou as vestimentas tradicionais japonesas à modernidade de Harajuku mais as roupas esportivas das cheerleaders e dos jogadores universitários, a Oh, Boy!, em sua estreia no line-up do Fashion Rio, acertou ao não se prender demais a nenhuma dessas influências. As referências estão lá, é claro: nas figuras de garças e flores; nas faixas acinturadas tipo obi; nos brincos em formato de leques; nas misturas de materiais como o nylon e o couro furadinho; e nos “origamis” de panda que surgiram ao início do desfile, e que merecem destaque na coleção. Detalhe para o curioso styling dos calçados: as modelos surgiram na passarela usando sapatilhas douradas combinadas às sandálias de salto alto.

Alessa

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Nos primeiros quatro looks, mais escuros, poderíamos achar que este era o desfile de qualquer marca jovem, menos o de Alessa. A estilista, que ficou conhecida por suas coleções exuberantes, ricas em estampas, cores e formas, aparece em versão minimalista. À sua moda, claro.

Sacada

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A marca carioca fez sua estreia no Fashion Rio. Marrocos é um tema querido da moda desde que Yves Saint Laurent adotou o país como segunda casa e fonte de inspiração. A estilista Beti Speiski misturou referências como os mercados de rua, a arquitetura local e os mosaicos espalhados por Marrakesh. A coleção é correta, com variedade de materiais e técnicas, um trabalho interessante de patchwork de jeans e destaque para o jogo de cores, especialmente os degradês. As clientes da marca, animadíssimas na primeira fila, já aprovaram.

Patachou

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Tomando o Impressionismo como uma de suas principais fontes de inspiração, a Patachou apresentou um Verão 2012/2013 fresco, com cartela de cores delicada e silhueta gostosa de vestir: solta no corpo, mas ainda com caimento que acompanha as formas femininas. O mood da coleção é de leveza, tanto pela silhueta quanto pela escolha de tecidos (sedas, crepe de chine, cetim, georgete e tule) — tanto que mesmo as camisas fechadas, abotoadas até a gola, são opções perfeitamente aplicáveis às altas temperaturas do verão. Os bordados marcam presença na temporada, ora sozinhas, como mini pérolas, ora agrupadas em forma de gotas. A textura ficou interessante, mas observando-se a reação das mulheres da primeira fila do desfile, o que parece ter feito mais sucesso foram as peças plissadas, que criavam um movimento lindo na passarela. O vestido marrom desfilado por Marcelia Freesz, especialmente, fez as convidadas da marca balançarem a cabeça em aprovação.

fonte:http://www.modashoesbrasil.com

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Convênio fortalece pequenos negócios de Moda.

| Blog do Guia | julho 9, 2012

Convênio fortalece pequenos negócios de moda.

 

 

 

 

 

Parceria entre Sebrae e Abest será desenvolvida até 2014

Beth Matias

 São Paulo - A cadeia produtiva da moda -; que inclui os setores têxtil, confecção, couro e calçados, gemas e joias – responde por 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, o equivalente a US$ 74 bilhões por ano, gerando mais de 2,3 milhões de empregos diretos. São mais de 50 mil negócios, sendo 80% micro e pequenas empresas (MPE). Apesar da grandiosidade dos números, alguns segmentos da moda sofrem com a falta de competitividade no mercado nacional e internacional.

Um convênio assinado nesta sexta-feira (13), em São Paulo, entre o presidente do Sebrae, Luiz Barretto, o diretor-técnico, Carlos Alberto dos Santos, e o presidente da Associação Brasileira de Estilistas (Abest), Valdemar Iódice, tem como objetivo preparar o setor para enfrentar a concorrência estrangeira e aproveitar melhor as oportunidades geradas com o fortalecimento da economia nacional.

O presidente do Sebrae, Luiz Barretto, afirmou que o acordo irá proporcionar às pequenas empresas e, sobretudo, às comunidades com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), a oportunidade de agregar valor aos seus produtos e de competir no mercado do Brasil e do exterior. “É fundamental que as comunidades entendam a importância de incorporar o design aos seus produtos. Vamos trazer o mundo da moda às comunidades de baixo IDH. Serão incorporadas três comunidades por semestre”, explicou Barretto.

A parceria entre as duas instituições será desenvolvida até junho de 2014. Entre os resultados esperados, está o aumento  em 10% da fabricação e comercialização dos produtos gerados pelas MPE. “O momento que o Brasil vive é de muitas oportunidades, mas elas não acontecerão de forma espontânea. O plano de trabalho converge para metas extremamente ambiciosas. Deverão ser gerados 100 milhões de negócios até 2014, envolvendo mais de 1.200 empresas”, afirmou o diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos.

O projeto +B Identidade Brasil tem como fonte de inspiração, segundo o representante da Abest, Maurício Medeiros, o país e suas riquezas iconográficas e etnográficas. “Vamos levar o olhar do design de moda para pequenas empresas e comunidades de todo o país”, disse. A iniciativa prevê ações específicas com comunidades criativas e Arranjos Produtivos Locais (APL) da moda, a realização da Conferência +B de Conteúdo Criativo e o lançamento do catálogo +B Inspiração Brasil. Está prevista ainda a participação de empresas atendidas pelo convênio em cinco edições do Salão Brasileiro de Negócios de Moda. A primeira edição está marcada para o período de 29 a 31 de maio.

Ao todo, serão beneficiadas 15 comunidades criativas, que envolvem associações, sindicatos, cooperativas e grupos de artesãos. As três primeiras comunidades escolhidas para receber o projeto são: Produção de Capim Dourado, no Jalapão (TO); Pedras de Opalas e Retalhos de Tecidos, em Pedro II (PI) e Reciclagem de Tecidos Descartados pelos Correios (malotes e uniformes), em Dourados (MS).

Além disso, o projeto envolverá também 144 empresas que participam de 36 arranjos produtivos dos setores de têxtil e confecção, couro e calçados e gemas e joias. “Hoje, o Sebrae já trabalha com muitos APL de moda e, no varejo, basicamente são as pequenas empresas que fornecem material aos estilistas edesigners de moda. Queremos que essas MPE incorporem o design e a criatividade para ter mais sustentabilidade em seus negócios”, enfatizou Barretto.

Conferência

Está prevista ainda a Conferência + B de Conteúdo Criativo, destinada à capacitação das pequenas empresas da moda e que deve englobar mais de 1,2 mil micro e pequenos negócios. Já a publicação do Caderno + B Inspira Brasil, da Abest, trará tendências de moda tendo como referência o repertório artístico, cultural, iconográfico e popular do país. Haverá cinco publicações do catálogo, que terá como público-alvo cerca de três mil pessoas, entre designers, estilistas, equipes de criação, estudantes de moda, membros de comunidades criativas e empresas de APL atendidas pelo convênio.

O presidente da Abest, Valdemar Iódice, chamou a atenção para a importância da gestão nas empresas que trabalham com moda. “Há muita criatividade no setor, mas poucas empresas conseguem ter uma boa gestão. Há estilistas talentosos no mercado que acabam não indo para frente por falta de gestão. Além disso, precisamos exportar design e não commodities de moda”, finalizou.

Serviço:
Atendimento à imprensa: 3177- 4904 / 4831 / 4905
Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800

http://www.sebraesp.com.br

fonte: Sebrae

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O potencial do conteúdo para atrair visitantes ao e-commerce

| Blog do Guia | julho 17, 2017

 

 

No e-commerce, não basta ter o melhor preço, o melhor serviço ou o melhor produto. O consumidor necessita de algo mais. Para conquistar a preferência do público, uma boa estratégia é entregar conteúdos relevantes e complementares em vários canais digitais. Essa é a melhor forma de criar um diferencial competitivo importante, promover uma melhor experiência de compra e ainda melhorar o posicionamento da loja nos mecanismos de busca.

Se há o entendimento da necessidade de se ter um bom conteúdo, então a questão volta-se para a produção desse conteúdo. O CEO da Elocc Creative Agency, Marco Aurélio de Paula, apresenta algumas questões que devem ser observadas para produzir conteúdo de qualidade:

Identifique o público-alvo

Uma dica dada por De Paula para identificar o público da loja é usar o Google Trends, uma ferramenta eficaz para explorar tendências e palavras-chaves relacionadas ao negócio. “Ao compreender os termos relacionados ao conteúdo dos seus canais digitais, você pode criar um conteúdo mais relevante para seu público, levando mais pessoas a encontrar a sua página web”, diz.

Produza conteúdo relevante

“O segredo para produzir conteúdo relevante é criar a melhor experiência possível para o público com um conteúdo original e de alta qualidade”, lembra De Paula. Ele salienta que se as pessoas considerarem a comunicação útil e diferenciada, elas provavelmente retornarão ou vincularão o conteúdo aos seus interesses. “Isso poderá ajudar a atrair mais pessoas para seu site ao longo do tempo”, garante.

À medida que o processo de produção de conteúdo avançar, De Paula sugere que se avalie se a comunicação é:

Útil e informativa: se você lançar o site de um restaurante, poderá incluir a localização, horário de funcionamento, informações de contato, menu, carta de vinhos, um blog para compartilhar futuros eventos e fotos, um aplicativo mobile para criar um engajamento com o estabelecimento.

Mais valiosa e útil que outros sites: se você escrever sobre como se maquiar para uma festa à noite, seu artigo deverá fornecer mais valor ou um ponto de vista diferente dos inúmeros artigos na web sobre tutorial de maquiagem.

Autoridade reconhecida: mostre a credibilidade da sua comunicação e do seu conteúdo web usando pesquisas originais, citações, links, avaliações e depoimentos. Elementos como uma biografia do autor ou depoimentos de clientes reais podem aumentar a confiabilidade e a reputação do canal online.

Alta qualidade: o seu conteúdo web deve ser único, específico e de alta qualidade. Ele não deve ser produzido em massa nem exibido em um grande número de sites. Tenha em mente que seu conteúdo deve ser criado principalmente para proporcionar uma boa experiência aos visitantes.

Atraente: realce sua comunicação online com o uso de imagens dos seus produtos, da equipe ou de si mesmo. Os visitantes não devem se distrair com erros factuais, de ortografia ou de estilo. Um número excessivo de anúncios também poderá distrair os visitantes. Para atrair os visitantes, interaja com eles por meio de atualizações regulares, caixas de comentários ou widgets de mídia social.

De Paula alerta, ainda, para questões que possam deixar os visitantes desconfiados ou fazer com que eles deixem o site:

  • Erros como links quebrados ou informações incorretas
  • Erros de gramática ou de ortografia
  • Quantidade excessiva de anúncios
  • Spam como comentários ou fóruns

Diversifique o conteúdo

De acordo com pesquisa realizada pela E-tailing Group, páginas com vídeos apresentam uma taxa de conversão 30% maior do que páginas que não possuem esse conteúdo adicional. Outro dado interessante é que 52% dos e-consumidores se tornam mais seguros após assistirem vídeos sobre o produto antes da aquisição.

Esses números indicam que oferecer vídeos no site da empresa aumenta consideravelmente as vendas e melhora as relações com os e-consumidores. “Para um efeito mais qualitativo, não copie vídeos, isto é, não insira materiais produzidos de outros produtores. Os resultados são melhores se a sua empresa oferecer vídeos exclusivos e bem elaborados para esclarecer as dúvidas dos clientes”, sugere.

Outra alternativa são os podcasts, nome dado ao arquivo de áudio, geralmente no formato MP3, publicado na internet por streaming e muito utilizado para geração de conteúdos jornalísticos, de marketing e informativos em geral.

O podcast se tornou um dos melhores canais para divulgação de serviços e produtos. Quando bem produzido, oferece conteúdo complementar para os usuários. “O Podcast é, hoje, massivamente utilizado em sites de entretenimento, jornalísticos, e prestadores de serviços. Mas nada impede de oferecer esse tipo de conteúdo também para loja virtual, engajando ainda mais clientes”, finaliza De Paula.

 

Fonte:  Ecommercenews

 

 

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Cinco diferenças de consumo entre a geração X e os millennials

| Blog do Guia | julho 17, 2017

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Além dos millennials (geração Y), que fazem parte da geração que dita as tendências de consumo e comunicação, também é importante ficar de olho em outros perfis de consumidores, como os da geração X, que ainda têm uma forte participação no mercado.

Pensando em um cenário em que todos já foram apresentados ao mundo on-line e também no papel econômico da geração X (grupo de pessoas de 35 a 54 anos, que nasceram do início dos anos 60 a meados dos anos 80), o Grupo Abril trouxe a pesquisa recém-lançada “O X da questão”, que coloca luz sobre o comportamento dessa parcela da população e suas preferências.

Pelos resultados da pesquisa, fica nítido como a abordagem de comunicação para essas duas gerações (X e millennials) deve ser adaptada constantemente. Alguma delas deve ser enfatizada? Depende.

A linguagem e o timing apropriado das marcas para falar com seus consumidores varia conforme a ação em destaque. Uma mesma marca ou loja, por exemplo, pode precisar falar mais com os X para a venda de determinada  categoria de produto e falar mais com os Y em outro momento.

Veja alguns dos principais insights trazidos pela pesquisa sobre as diferenças entre a geração X e os millennials, que podem ajudar a sua marca a não errar ao falar com cada uma dessas gerações:

  1. Estética, Símbolos e Contexto

Geração X:

Não adianta querer vender para a geração X usando a linguagem dos millennials e vice-versa.

Muitas vezes, os indivíduos da geração X vão se identificar com atores de novelas conhecidos ou esportistas muito famosos.

Millennials:

Pop stars modernos, influenciadores digitais em geral e empreendedores tecnológicos donos de startups podem inspirar bastante os millennials, que são ávidos por novidades e estão sempre em busca das últimas tendências.

  1. Onde estão?                                       

Geração X: por incrível que pareça, ninguém é mais multiplataforma do que a geração X, simplesmente porque ela mistura as mídias off-line tradicionais às novas mídias da Internet e também está mais disposta a se aprofundar no conteúdo. Campanhas omnichannel distribuídas entre on e off ainda funcionam bem para esse público.

Millennials: os mais jovens, como millennials e geração Z, estão mais presentes nas redes sociais em geral, tendem a navegar de forma rápida e praticamente já abandonaram os canais off-line. O ideal é focar uma comunicação de impacto especialmente nos canais on-line. Para prender a atenção dos novos, é preciso ser muito criativo.

  1. Razão X Emoção

Geração X:

  • Foca mais as características do produto ou serviço (77%) que ideias ou causas (23%).
  • Prefere simulações do serviço ou produto na vida real (85%) em vez de cenários inspiradores e que façam sonhar (15%).

Millennials:

  • São mais idealistas e gostam de ter uma ligação maior com o contexto em lugar de apenas focar o produto.
  • Estão abertos às causas modernas de sustentabilidade e diversidade de gênero.
  1. Família X Amigos

Geração X:

Parece clichê, mas essa é a geração que mais se preocupa com a família. Afinal, muitos são provedores, tanto dos millennials e da geração Z quanto dos baby bommers.

Mostrar a família de uma forma realista pode chamar muito a atenção das pessoas mais maduras.

Millennials:

Foco nos amigos, em novas descobertas e na popularidade. Essa é a fase em que estão abertos para explorar e descobrir cenários. Estão começando a se distanciar um pouco mais do núcleo familiar onde nasceram e ainda não estão prontos para formar o seu. Então, remeter à liberdade é sempre um caminho atrativo.

  1. Conteúdo

Geração X:

Geralmente com um pouco mais de paciência para tal, os  também estão dispostos a consumir conteúdo criado pelas marcas. Nas propagandas, gostam de material que ensine mais sobre o produto ou a categoria. Estão mais dispostos a pesquisar, ler reviews mais longos e comparar atributos em especificações técnicas.

Millennials:

Preferem conteúdo rápido e de impacto, que apele mais para o lado da identificação pessoal e por isso se ligam tão facilmente aos influenciadores que possuem um discurso despojado e direto. Como são mais ansiosos, formatos como vídeos curtos e gifs são bem atrativos para essa geração.

Cuidado com as generalizações

“O X não se olha no espelho toda manhã e diz ‘eu sou alguém da geração X, racional, provedor e ocupado.” – Melina Konstadinidis – CMO Abril

Não trate seu público apenas como uma parcela demográfica porque pode ser perigoso. A ideia da pesquisa é apenas trazer alguns insights gerais, mas se quiser resultado, vai precisar ir mais a fundo no comportamento do seu público, não esquecendo que cada pessoa tem a sua individualidade.

O importante é enxergar as diferenças entre as gerações para ter noção do impacto da sua comunicação direcionada a cada uma delas. Cada indivíduo conta e a geração é um dos primeiros estudos que as marcas devem levar em conta para se comunicar.

Independentemente de qualquer coisa, os millennials sempre serão um termômetro social para dizer o que vem por aí. Mesmo que seu público seja fortemente da geração X, sempre vale ficar de olho nos mais jovens, assim como nas últimas tendências.

Acesse a pesquisa completa pelo link publiabril.abril.com.br/xdaquestao.

 

Fonte:   Ecommercenews

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Pesquisa do Google mostra o que muda no comportamento do consumidor para o Dia dos Pais

| Blog do Guia | julho 17, 2017

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O brasileiro pode até ser conhecido por deixar as compras para última hora, mas uma característica reveladora é que o consumidor está aprendendo a pesquisar produtos e comparar preços, com muito mais antecedência do que prevê o mercado. Razão para que os empreendedores se preparem o quanto antes para datas importantes como o Dia dos Pais, disponibilizando informações estratégicas na internet com mais antecedência.

Segundo pesquisa inédita do Google, a busca por presentes, com ticket médio mais alto, para o Dia dos Pais já começa a esquentar na segunda semana de julho. Do dia 8 ao 18, o interesse acelera mais de 3% em comparação com a semana anterior sobretudo nas categorias eletro, móveis e smartphones.

Na semana de 23 a 28 de julho, aumenta a busca nas categorias de uso pessoal, com menor valor, como calçados esportivos, bolsas, relógios. Já no início de agosto, aumentam as buscas nas categorias do varejo e os smartphones entram no pico de interesse. Na semana de reta final, 8 a 13 de agosto, os calçados esportivos tomam a frente nas pesquisas do consumidor.

“Nesse período os termos mais procurados pelo consumidor na busca são endereço, telefone, condição de entrega, sapatênis, camisas polos, perfume e produtos de beleza, por isso o ideal é que o empreendedor mantenha dados e números de estoque atualizados”, diz Fernanda Doria, gerente de vendas do Google no Brasil.

Além disso, para alavancar as vendas no período, recomenda-se usar estratégias para captar um volume significativo de novos consumidores interessados na marca e nos seus produtos antes da grande sazonalidade da data. Essa lista pode ser gerada a partir das pessoas que visitaram o site, listas de e-mail marketing e downloads do seu aplicativo. Com base nisso, o foco da comunicação será principalmente nesses consumidores. Dessa maneira, pequenos e médios evitam a disputa com grandes marcas.

Dados de mercado

Dia dos pais ganha relevância dentro do e-commerce

  • Crescimento do faturamento para a data – 2016 12% versus 4% em 2015
  • Representatividade do Dia dos Pais no faturamento anual do e-commerce 12% versus 11% em 2015
  • Principal data do terceiro trimestre, dia dos pais, vem ganhando relevância em comparação com outras datas sazonais. Estima-se que em 2017 o faturamento deve chegar na casa dos R$2bi.

Fonte: Ebit -http://www.profissionaldeecommerce.com.br/dia-dos-pais-2016/

 

Fonte:  Ecommercenews

 

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Profissionais de marketing e comunicação dizem conhecer ferramentas de marketing digital, mas pesquisa revela pouca aderência

| Blog do Guia | julho 17, 2017

 

Profissionais de marketing de todo o Brasil participaram de uma pesquisa sobre as Estratégias de Marketing Digital mais utilizadas pelo mercado. O estudo inédito foi realizado pelo Digitalks, em parceria com o Opinion Box, e apresentado durante o Fórum de Marketing Digital, no Rio de Janeiro, no dia 6 de julho.

Foram entrevistados 399 profissionais da área, entre os dias 28 de março e 11 de abril. A margem de erro da pesquisa é de 4,9 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%.

A pesquisa procurou entender como os profissionais de marketing estão adotando diferentes estratégias de marketing digital no seu trabalho. Foi apurado que os profissionais conhecem importantes ferramentas de marketing, como blog (100% do público), e-mail marketing (100%), vídeos online (99%), e-books (98%), social media ads (95%), SEO (94%), webinar (93%), funil de vendas (89%), automação de marketing (88%), mídia programática (86%), real time marketing/lives (82%) e growth hacking (58%). Porém, os números são menos expressivos se relacionados a quem já utilizou ou as utiliza atualmente. 90% adota e-mail marketing para suas campanhas, 87% os blogs, 84% os vídeos online, 77% social media ads, 71% para SEO, 70% e-books e 65% o funil de vendas.

“Dois pontos chamam a atenção nesses números. O primeiro é que, apesar do alto grau de conhecimento das ferramentas/estratégias, a experiência com as mesmas é bem abaixo em vários dos itens. O segundo se trata do maior desconhecimento, comparativamente, da estratégia de growth hacking, termo que tem estado frequentemente na pauta de diversos conteúdos online e nos principais eventos do país nos últimos anos”, esclarece Felipe Schepers, COO do Opinion Box.

A pesquisa também apurou que outras ferramentas também são utilizadas, mas com baixa experiência, como webinar (55%), mídia programática (55%), automação de marketing (53%), real time marketing (43%) e growth hacking (24%).

O estudo também estruturou um ranking considerando quais estratégias e ferramentas os profissionais acreditam que tem maior efetividade hoje. Esta ranking traz social media ads em primeiro lugar, com 22%, seguido do e-mail marketing, com 15%, e SEO com 13%, sendo que a efetividade está relacionada a uma série de fatores, como retorno, resultados, leads, público, etc.

Com relação às tendências para 2018, os vídeos online aparecem em 1º lugar no ranking, sendo que atualmente figuram em 4º. Real time marketing, que hoje está em 11º lugar, pulou para a 2º posição, seguida pela mídia programática, que está em 6º no momento.

“É curioso perceber que o vídeo vem sendo colocado como principal tendência em planejamentos de marketing e comunicação já faz alguns anos, mas que ele tem sido menos usado do que se pensava. 2016 foi considerado o ano dos vídeos e 2017, das LIVEs. Só que, na prática, percebemos que a utilização dos mesmos pelos profissionais brasileiros não tem sido tão intensa  assim nas estratégias quanto imaginávamos, apesar de estar ganhando mais espaço. E apenas com os dados percebemos isso”, comenta Gabriela Manzini, Head de Conteúdo do Digitalks.

Vale reforçar que a pesquisa é nacional, bem como a amostra para sua realização. Portanto, em termos de Brasil, vídeos e live content continuam sendo tendências em comunicação e marketing para 2018, destaca Gabriela.

Flavio Horta, CEO do Digitalks, afirma que as informações são fundamentais para as agências conhecerem e adotarem estratégias diferenciadas, de acordo com o perfil do cliente e suas necessidades. “Conhecer as tendências do mercado é fundamental para o planejamento e a escolha da melhor ferramenta a ser utilizada para trazer mais e melhores resultados”, esclarece.

 

Fonte:   Ecommercenews

 

 

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Como a Realidade Virtual vai revolucionar a maneira de comprar online

| Blog do Guia | julho 17, 2017

 

Realidade Virtual, Realidade Aumentada, Inteligência Artificial… Esses termos têm sido muito utilizados recentemente – e não sem razão. Grande parte do futuro que projetamos está sendo moldado por essas tecnologias e o comércio eletrônico não fica de fora.

2016 talvez tenha sido o ano em que a Realidade Virtual e a Realidade Aumentada ganharam peso no mundo comercial. Indo além do que já havia se pensado sobre a VR e a RA, antes mais voltada aos campos educacionais por exemplo, o Facebook e outras redes sociais começaram a investir forte nessas tecnologias para oferecer em seus canais – e não se engane, eles serão monetizados (o melhor exemplo são os Geofilters do Snapchat).

Porém, indo além do mero entretenimento, essas tecnologias podem dar uma nova cara à maneira como compramos pela internet. A grande mudança está, é claro, na experiência do usuário. Se, até agora, a grande desvantagem dos e-commerces tradicionais era a impossibilidade de ver o produto de perto, conhecer suas reais dimensões, etc., isso pode mudar completamente com a VR e a RA – assim como acontecia com o mercado imobiliário.

Imagine comprar no seu e-commerce favorito, já com as grandes vantagens de preço que o segmento apresenta, com a comodidade de receber em casa e ainda assim conseguir ter um contato mais pessoal com o produto que comprou? Com essas tecnologias, a fusão das vantagens do offline com o online estará completa e quem ganha não é apenas o consumidor, mas também o empreendedor, que passará a dominar uma fatia muito maior do mercado.

Tudo isso será ótimo para o e-commerce, mas já não se trata de sair na frente: o potencial dessas tecnologias não passou despercebido e o investimento nelas disparou no último ano, chegando a US$1.7 bilhão – e o dinheiro veio dos mais diversos segmentos.

 

A Realidade Virtual no e-commerce é o presente!

Dizer que apostar na Realidade Virtual e Aumentada para o e-commerce é o futuro do comércio eletrônico, além do soar blasé, também nem faz mais sentido quando empresas como IKEA, Lego e Converse já utilizam essa tecnologia para vender produtos. A IKEA tem feito isso desde 2014!

Utilizar essas tecnologias aproxima muito mais o cliente daquilo que procura e o coloca ainda mais em contato com a marca. Afinal, quem souber explorar melhor essas tecnologias para mostrar e vender seus produtos aumentará não apenas as vendas, mas a taxa de retenção de clientes.

Não há mais tempo para pensar nessas tecnologias para o futuro: é preciso começar agora e, quando essa tendência amadurecer, colher resultados ainda mais sólidos.

 

Fonte: Ecommercenews

 

 

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